COMO O STRESS DO CALOR AFETA O DESEMPENHO NO TRABALHO; E QUANDO O EPI PIORA A SITUAÇÃO

Domingo, 30 Outubro 2016 15:08
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Quanto a temperatura do ar circulante atingir 32.C ou mais, a transferência de calor (radiação, convecção e a condução) acaba paralisando a capacidade de trabalho. Sobra só a evaporação para resfriar o corpo. Nos casos de trabalho com materiais perigosos, o EPI pode acabar piorando a situação. Este Post é uma tradução de publicação do site OHS on line (link no final) tendo sido feitas contextualizações com as NRs da legislação brasileira.

 

Embora os trabalhadores possam se adaptar aos diferentes níveis de calor, cada homem tem um limite para o stress do calor além do qual pode sofrer uma lesão. É a atenção e a capacidade de reação do trabalhador que podem ser reduzidas dramaticamente mesmo com 2% do nível de desidratação devido ao stress do calor.

O PROBLEMA

Empresas nas áreas de fundições, fabricação de máquinas pesadas, construção naval, entre outras, têm áreas com um grande número de trabalhadores sujeitos ao stress térmico. Em temperaturas a partir de 26oC, o corpo humano compensa os níveis de calor através do bombeamento de sangue para a pele a fim de promover o arrefecimento. Quando combinado com o fato de que a maioria das pessoas começa o dia em um estado de desidratação, stress por calor é um fator importante na ocorrência de acidentes evitáveis.

Diversos tipos de empresas podem causar stress térmico e nem sequer sabem disso! "Sempre fizemos as coisas desta maneira" é uma frase que é muito familiar quando perguntado por que as medidas preventivas não foram tomadas para evitar stress por calor no local de trabalho. 

 

NOTA DA TRADUÇÃO: CONEXÕES NRs

Diversas NRs estão relacionadas ao tema deste post (calor) e para o acesso praticamente simultâneo dos textos contidos nas diferentes NRs pode ser utilizada uma ferramenta já indispensável para esse acesso, que é o REMISSIVO, EXCLUSIVO DO SITE NRFACIL, disponível no site e no software.

Destacamos as NR-6, que trata de EPI; a NR-7 sobre o PCMSO, onde o Médico do Trabalho pode utilizar os exames admissionais e periódicos para a seleção e reabilitação de trabalhadores que possam estar apresentando problemas de saúde com relação à exposição ao calor bem como contribuir na aplicação das instruções da NR-15 sobre insalubridade.

 

Na NR-9 estão as diretrizes de engenharia nos ambientes de trabalho para a redução e neutralização de riscos como o calor prescritos nas MEDIDAS DE CONTROLE:

 

 

 

 

 

 

                

Quanto a temperatura do ar circulante atingir 32.C ou mais, a transferência de calor (radiação, convecção e a condução) acaba paralisando a capacidade de trabalho. Sobra só a evaporação para resfriar o corpo. Nos casos de trabalho com materiais perigosos, o EPI pode acabar piorando a situação. Este Post é uma tradução de publicação do site OHS on line (link no final) tendo sido feitas contextualizações com as NRs da legislação brasileira.

Lido 5175 vezes Última modificação em Domingo, 20 Novembro 2016 16:20

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